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Era pós-Lula é o grande desafio do PT

Poder News 6 de julho de 2025
Presidente da República apoia Edinho Silva / Foto: Reprodução

Maior e mais sofisticada usina de votos do Brasil, o PT foi às urnas neste domingo (6), eleger diretores zonais, municipais, estaduais e nacional – além das comissões de ética, conselhos fiscais e delegados para encontros partidários.

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São quatro candidatos a presidente nacional, mas dois disputam de fato: Edinho Silva, ligado ao presidente Lula, e o ex-dirigente máximo Fui Falcão.

Basicamente, Edinho é conciliador e mais institucional. Falcão defende o retorno às bases partidárias e enfrentamento.

Para além da burocracia partidária, a votação interna já está sendo vista como a mais importante da história do PT. Vejamos.

A próxima direção nacional petista terá pela frente o inescapável debate sobre a era pós-Lula.

Discussão essa que vai se impor, sendo ou não o presidente da República candidato à reeleição em 2026.

Talvez só mude o nível de controle do petista-mor sobre o processo da própria sucessão.

O grupo que estiver à frente do PT, a partir de agora, terá as melhores chances de herdar parte do legado lulista – assim como encarar com responsabilidade a desconfortável situação atual.

A saber: governo fraco, politicamente, com presidente impopular e saúde cada vez mais frágil.

A travessia no PT para a era pós-Lula já começou.

Com general ao Senado, Girão tentará fazer o sucessor

Theophilo foi do governo Bolsonaro / Reprodução

A oposição ao governo do Estado ainda não tem nome para concorrer à sucessão de Elmano de Freitas (PT), mas avança nas opções ao Senado.

Depois de o PL lançar Alcides Fernandes, o Novo apresenta o general Guilherme Theophilo.

São dois bolsonaristas da gema – pré-requisito para receber o apoio do ex-presidente da República.

No caso do general, significa também que o senador Eduardo Girão (Novo) que não disputará a reeleição, vai tentar fazer o sucessor ano que vem.

Por que Ciro deve ser candidato
Admirado pelos aliados e temido pelos adversários, Ciro Gomes é um dos mais preparados homens públicos de sua geração.

É a maior obra política de Tasso Jereissati – lançou-o à Prefeitura de Fortaleza (1988) e ao Governo do Estado (1990).

Ciro foi titular de dois ministérios em governos diferentes. Concorreu quatro vezes ao Planalto.

O último resultado, 3,04% dos votos, é um desconvite a seguir tentando.

Hoje, aos 68 anos de idade, Ciro é induzido a fazer o caminho de volta ao governo estadual.

Se der certo, ganha tudo. Se der errado, não perde nada.

O que une Eunício e Guimarães
Pré-candidatos ao Senado, os deputados federais José Guimarães (PT) e Eunício Oliveira (MDB) têm algo em comum: ambos são lulistas e dizem que os pleitos fazem parte da estratégia eleitoral de suas respectivas siglas.

Experientes, conhecem bem os meandros do Congresso – já presidido por Eunício.

Guimarães é líder do governo Lula na Câmara dos Deputados.

O que os separa
Muito diferentemente do MDB, o PT, por óbvio e definição, é incondicionalmente lulista.

Já o partido de Eunício, historicamente, mantém um pé fora do governo, mesmo sendo governista e ocupando espaços.

Foi assim, por exemplo, no impeachment de Dilma, em 2016.

O PT não esquece o trauma.

Ano que vem, na corrida ao Senado, votação vai fazer dez anos.

IOF: Fazenda tem interesse e pressa

Governo está sem aplicar aumento / Marcelo Camargo/Agência Brasil

O jogo político em torno do IOF está suspenso. Mas isso não quer dizer que esteja empatado.

A derrubada, pelo Congresso Nacional, do decreto que aumentava o imposto, derrotou o governo.

Aliados recorreram ao STF e o ministro Alexandre de Moraes suspendeu tanto o decreto do Planalto quanto a decisão dos parlamentares.

Significa que o governo está sem arrecadar o aumento, deixando sob ameaça o funcionamento da máquina pública e a saúde fiscal do Executivo.

Por isso o Ministério da Fazenda tem interesse e pressa no acordo que deverá ser construído nas próximas duas semanas.

E o Congresso? Já está no saldo, ao mostrar que pode se impor à força governista.

Isso não é pouca coisa em ano pré-eleitoral.

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