
O líder do PT na Câmara, Lindbergh Farias (RJ), solicitou ao presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), que corte o salário e suspenda a cota parlamentar de Eduardo Bolsonaro (PL-SP). Ele também pediu que seja negado o requerimento do deputado para exercer o mandato à distância dos EUA.
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Segundo Lindbergh, Eduardo ataca a democracia e não há previsão legal de “mandato remoto” ou de “diplomacia parlamentar” no regimento da Câmara. O pedido ocorre após Eduardo alegar perseguição política e citar como precedente a autorização dada na pandemia.
Hugo Motta já havia afirmado que não existe base regimental para trabalho remoto e que a exceção só foi válida na crise sanitária. Ele disse ainda que cabe aos deputados levar representações contra Eduardo ao Conselho de Ética.