

O impasse acima é muito citado no direito. Na política, não é tão diferente.
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Até mesmo porque, no jogo do poder, há muitas regras não escritas.
No caso da cultura política brasileira, isso ganha contornos quase sobrenaturais, dada a facilidade com que grupos e personagens ficam para lá e para cá, mirando unicamente no resultado das urnas, com coerência perto do zero.
Dito tudo isso, vamos à disputa eleitoral em Fortaleza, em que, na cotação do dia, teremos quatro candidaturas viáveis: PDT, PT, UB e PL.
Nenhuma delas está 100% definida, com prego batido, ponta virada e passada em cartório. Ainda é cedo para isso, o que nos leva a uma variedade de cenários.
Quem será vice de quem? Quais os pré-acordos para um possível segundo turno? Como 2026 entra à mesa de negociações?
Quem comandará a Alece e a CMFor a partir de 2025? Etc, etc, etc.
E olhem que nem estamos falando dos pré-candidatos, propriamente, sobre os quais pairam mais dúvidas do que certezas sobre suas próprias postulações.
Em meio a estas e outras interrogações, haverá muito blefe, pressão e promessas de todos os lados.
Alguns vão preferir acordo. Outros, briga.
O tempo dirá se isso foi bom ou ruim.