O anúncio do reajuste foi feito pelo governador Elmano de Freitas / Divulgação

O governador Elmano de Freitas anunciou, na tarde desta segunda-feira, 5, o reajuste das bolsas de iniciação científica, mestrado, doutorado e pós-doutorado. 

O anúncio foi transmitido ao vivo por meio das redes sociais, ao lado da secretária da Ciência, Tecnologia e Educação Superior, Sandra Monteiro; do presidente da Fundação Cearense de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico, Raimundo Costa; do presidente da Assembleia Legislativa do Ceará, Evandro Leitão; e de outras autoridades.

O governador Elmano disse que a medida equipara os valores das bolsas recebidas pelos pesquisadores no Ceará aos patamares do que hoje é repassado pelo Governo Federal. A proposta agora segue para aprovação na Alece. 

“Na data de hoje, enviarei à Assembleia Legislativa uma mensagem fazendo o reajuste das nossas bolsas estaduais. A bolsa de iniciação científica, que era no valor de R$ 450, na proposta será de R$ 700. A de mestrado, antes no valor de R$ 1.660, estamos reajustando para R$ 2.100. A de doutorado, estamos reajustando de R$ 2.440 para R$ 3.100. A de pós-doutorado, de R$ 5 mil para R$ 5.200”, afirmou Elmano

Com isso, o investimento anual será de quase R$ 67 milhões, para ajudar a academia e os pesquisadores.

Atualmente, a Funcap tem 3.931 bolsistas de iniciação científica, 620 de mestrado, 472 de doutorado e 30 de pós-doutorado. Com o reajuste, o orçamento anual da Funcap para o programa de formação de recursos humanos por meio de bolsas passa a ser de R$ 54,9 milhões, em 2023. 

O presidente da Funcap, Raimundo Costa, destacou que para o próximo ano, a previsão é de investimento de R$ 66,9 milhões no programa. 

“A Funcap tem o quarto maior orçamento do País nesse tipo de investimento”, finalizou Costa 

A titular da Secitece, Sandra Monteiro, afirmou que a iniciativa fortalece o apoio aos pesquisadores e, consequentemente, à produção científica.

 “Mais do que o recurso é o investimento na cidadania e na dignidade dos estudantes e suas famílias. O Estado compreende a importância da educação, da ciência e, principalmente, da dignidade”,  concluiu Monteiro.

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