
Por Acrísio Sena
Um importante levantamento da Folha de S.Paulo coloca o Ceará em segundo lugar no Ranking de Eficiência dos Estados, que avalia a capacidade dos governos de transformar recursos públicos em serviços nas áreas de educação, saúde, infraestrutura, segurança e finanças.
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Mesmo com a menor receita corrente líquida per capita entre os estados avaliados, de R$ 4.275, o nosso Ceará apresentou resultados expressivos na aplicação do dinheiro público.
E esse resultado não me surpreende. Acompanhei de perto o desempenho do governador Elmano de Freitas em dar continuidade às políticas construídas pelas administrações anteriores, como as de Cid Gomes e Camilo Santana, mantendo investimentos e o equilíbrio das contas públicas.
Preservar as contas públicas e manter a capacidade de investir também exige competência de quem está governando. O balanço de 2025 registra investimento de R$ 4,8 bilhões e a classificação fiscal Capag A+, atribuída pelo Tesouro Nacional.
Na educação, a expansão do ensino em tempo integral segue avançando; na saúde, houve ampliação de serviços, incluindo cirurgias eletivas e atendimento especializado no interior.
O ranking, portanto, oferece um dado concreto para o debate sobre gestão pública no Ceará: a capacidade de fazer mais com recursos limitados, preservar políticas que apresentam resultados e ampliar investimentos sem abrir mão do equilíbrio fiscal.
O reconhecimento da Folha não encerra a discussão nem elimina os desafios que ainda existem, especialmente em áreas como segurança, saúde e infraestrutura.
Mas mostra que há uma trajetória de continuidade, planejamento e capacidade de investimento que precisa ser considerada quando se analisa o desempenho do Estado.
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