
O Ministério da Justiça e Segurança Pública demitiu Eduardo Bolsonaro (PL) do cargo de escrivão da Polícia Federal (PF) por abandono de cargo.
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A decisão foi assinada pelo ministro Wellington César Lima e Silva em 18 de setembro e publicada no Diário Oficial da União nesta segunda-feira, 21.
A demissão ocorreu após um Processo Administrativo Disciplinar (PAD) conduzido pela PF.
O procedimento foi concluído em julho e recomendou a saída do ex-deputado por faltas injustificadas.
Eduardo estava nos Estados Unidos desde 2025 e não retornou ao cargo após perder o mandato de deputado federal. A PF havia determinado sua volta à função em janeiro deste ano.
O processo disciplinar foi aberto em fevereiro, após a ausência do ex-deputado.
Segundo a decisão, as faltas caracterizaram abandono de cargo, infração que resultou na demissão.
A demissão ocorre enquanto Eduardo também responde a um processo no Supremo Tribunal Federal (STF). Em setembro, a Primeira Turma manteve por unanimidade sua condenação por coação no curso do processo.

