
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) registra 1.101 candidaturas de titulares indeferidas para as Eleições 2026.
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Desse total, mais de 800 ainda podem ser questionadas por meio de recursos. Os dados consideram os registros disponíveis até a tarde de sábado, 19.
Além dos titulares, 74 candidaturas de suplentes também aparecem como indeferidas no sistema da Justiça Eleitoral.
O levantamento reúne informações de todo o país e ocorre a pouco mais de duas semanas do primeiro turno, marcado para 4 de outubro.
Entre os partidos, a Democracia Cristã (DC) concentra o maior número de registros indeferidos, com 175 casos. Em seguida aparece o Democrata, com 157, enquanto o Agir soma 142 candidaturas nessa situação.
A maior parte dos indeferimentos está relacionada às disputas para deputado estadual e deputado federal. São 530 registros barrados entre candidatos às assembleias legislativas e 484 entre os que concorrem à Câmara dos Deputados.
Também há 31 candidaturas ao Senado, 26 aos governos estaduais e 20 às vice-governanças.
Entre os motivos apontados pela Justiça Eleitoral estão o descumprimento de exigências formais, a falta de condições de elegibilidade e problemas relacionados à regularidade de partidos, federações ou coligações.
Uma mesma candidatura pode apresentar mais de uma razão para o indeferimento.
No caso da Presidência da República, o registro de Pablo Marçal foi indeferido pelo TSE em setembro. A Corte apontou o descumprimento do requisito de filiação partidária e também considerou a situação de inelegibilidade.

