
O candidato ao Governo do Ceará, Ciro Gomes (PSDB), criticou nesta quarta-feira, 30, a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que havia suspendido a participação do União Brasil em sua chapa.
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O ministro André Mendonça derrubou a liminar concedida anteriormente pelo ministro Floriano de Azevedo Marques.
Ciro classificou o episódio como uma “tentativa de golpe judicial” e afirmou que a campanha perdeu tempo de propaganda eleitoral e teve a comunicação prejudicada na reta final.
Segundo ele, o impacto político não seria compensado com a reversão da decisão.
A disputa envolve a participação da Federação União Progressista, formada por União Brasil e PP, na aliança liderada pelo PSDB.
A liminar de Floriano havia suspendido temporariamente a participação de Roberto Cláudio e Capitão Wagner na chapa e restringido o uso de recursos e propaganda eleitoral.
Em manifestação nas redes sociais, Ciro também questionou a atuação do ministro Floriano de Azevedo Marques e mencionou uma suposta relação profissional entre a filha do magistrado e Júnior Mano, candidato a suplente de senador na chapa de Cid Gomes.
Após o questionamento, o ministro deixou a relatoria do caso.
O candidato afirmou ainda que pretende manter a agenda de campanha nos próximos dias e pediu apoio da militância na reta final antes do primeiro turno, marcado para 4 de outubro.


