
O cantor e compositor cearense Belchior ganha uma série de homenagens em 2026, ano em que completaria 80 anos e que marca cinco décadas do lançamento de Alucinação, um dos principais álbuns de sua carreira.
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Filmes, série, livro, disco e shows revisitam a obra do artista, morto em 2017.
Entre os projetos está o documentário Alucinação, dirigido por Renato Terra, Marcos Caetano e Leonardo Caetano.
O filme utiliza imagens de arquivo para reconstruir o contexto em que o álbum foi produzido e aborda músicas como Apenas um rapaz latino-americano, Como nossos pais, Velha roupa colorida e Sujeito de sorte. O projeto levou mais de sete anos de pesquisa e produção.
Outro destaque é o filme Viver é melhor que sonhar, de Eduardo Albergaria, que aborda os últimos anos de Belchior, período em que o artista se afastou da vida pública. A produção faz parte de uma trilogia que também inclui a série Alucinação, lançada no Globoplay.
LEGADO PARA NOVAS GERAÇÕES
A obra de Belchior continua sendo revisitada por artistas e pelo público. A filha do cantor, Vannick Belchior, lançou o disco Meu nome é Cem, com composições do pai, e prepara um vídeo documental com depoimentos de artistas e amigos.
Para os envolvidos nos projetos, a permanência das músicas de Belchior entre novas gerações demonstra a atualidade de sua obra.
O álbum Alucinação, lançado em 1976, segue sendo apontado como um marco da música brasileira e ganhou recentemente uma edição especial em vinil.


