
Com a definição do segundo turno entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), os candidatos que ficaram pelo caminho no primeiro turno começaram a revelar suas posições diante da nova disputa.
Siga o PODER NEWS no Instagram
Até o momento, os posicionamentos variam entre apoio à candidatura do PL, oposição ao PT, neutralidade e liberação dos eleitores.
Romeu Zema (Novo) adotou uma postura de oposição ao PT. Após o resultado das urnas, o ex-governador de Minas Gerais afirmou que ele e seu partido estarão “do outro lado” onde houver o PT. Inicialmente, Zema evitou declarar nominalmente apoio a Flávio, mas o Novo deverá oficializar apoio ao senador no segundo turno.
Renan Santos (Missão) decidiu não apoiar nenhum dos dois candidatos que avançaram ao segundo turno da eleição presidencial. Após o resultado do primeiro turno, o candidato afirmou que não fará campanha para Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nem para Flávio Bolsonaro (PL) e deixou seus eleitores livres para escolherem como votar em 25 de outubro.
Já Ronaldo Caiado (PSD) não declarou apoio a nenhum dos dois candidatos. O PSD decidiu liberar seus filiados para escolherem livremente entre Lula e Flávio, mantendo uma posição de autonomia partidária. O governador de Goiás, que terminou o primeiro turno em quinto lugar, também criticou a polarização que marcou a disputa presidencial.
Augusto Cury (Avante), terceiro colocado na primeira etapa, também optou por não apoiar Lula ou Flávio. O escritor afirmou que pretende manter independência e pediu que o próximo presidente considere propostas apresentadas durante sua campanha.
Com isso, o cenário ainda está em movimento e pode sofrer novas alterações nos próximos dias. Enquanto Flávio busca consolidar o apoio de nomes da direita e de partidos de centro, Lula tenta atrair os eleitores das candidaturas derrotadas e ampliar sua base para reverter a vantagem registrada pelo adversário no primeiro turno. A votação decisiva está marcada para 25 de outubro.


