
A disputa presidencial de 2026 ultrapassa as ruas e ganha força nos tribunais.
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Entre a madrugada de domingo, 11, e a de segunda-feira, 12, as campanhas de Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) protocolaram 38 ações no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) — uma média superior a uma representação por hora.
O movimento ocorre em meio a atritos sobre a atuação da Justiça Eleitoral.
O presidente Lula declarou no domingo estar “desconfiado” de decisões da Corte, citando a suspensão temporária do canal “Exército do Lula” no WhatsApp pelo ministro Kassio Nunes Marques — medida revertida horas depois pelo corregedor do órgão.
AÇÕES DE FLÁVIO
A campanha de Flávio Bolsonaro assina 24 dos 38 novos processos. As petições miram o presidente Lula e aliados como Fernando Haddad, Gleisi Hoffmann, Camilo Santana, o deputado André Janones e a deputada Carolline Sardá.
O senador questiona conteúdos impulsionados em redes sociais e propagandas de TV, além de solicitar direitos de resposta e remoção de publicações. Nos últimos dias, obteve vitórias com a derrubada de peças eleitorais do adversário.
AÇÕES DE LULA
A Coligação Brasil Pronto Pra Mais, da chapa de Lula, protocolou 14 representações. O foco principal é o próprio candidato do PL e seu partido: 11 das ações têm como alvo direto Flávio Bolsonaro ou a legenda.
As demais acionam figuras como o empresário Pablo Marçal, a economista Daniella Marques, o senador Rogério Marinho e a candidata do PL ao governo do Amazonas, Maria do Carmo. A maioria dos pedidos foi apresentada após o imbróglio sobre o grupo de apoiadores no WhatsApp, sob a justificativa de reequilibrar as regras do pleito.


