
A jornalista e colunista social Sônia Pinheiro morreu na noite da última quinta-feira, 15, em Fortaleza, vítima de pneumonia.
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O velório aconteceu no cemitério Jardim Metropolitano, com sepultamento marcado para às 10h30.
Nascida em Natal (RN) e radicada no Ceará desde jovem, Sônia era formada em Jornalismo pela Universidade Federal do Ceará (UFC).
Sua trajetória profissional começou na década de 1970 no jornal O Estado, acumulando passagens pelo Correio do Ceará, Tribuna do Ceará, O Povo e, mais recentemente, O Otimista.
Sônia marcou época ao liderar a cobertura social do Diário do Nordeste a partir de 1982, onde foi a primeira editora do caderno DN Gente.
Reconhecida pelo estilo inconfundível — que misturava acontecimentos da alta sociedade, política, economia e termos em idiomas estrangeiros —, a jornalista influenciou gerações da imprensa local.
Ao longo da carreira, foi homenageada com o título de Cidadã de Fortaleza, a Medalha Boticário Ferreira e a Medalha da Ordem Alencarina do Mérito Judiciário do Trabalho.
Colega de profissão, o colunista Egídio Serpa destacou a relevância de sua trajetória: “Ela era admirada e muito respeitada, pois unia competência, talento e uma personalidade distinta.”


