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PODER NEWS – Conteúdo que informa; opinião que transforma

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Como canais de WhatsApp viraram armas de mobilização de candidatos

Leticia Silva 17 de outubro de 2026
Canais do whatsapp ajudam a engajar campanha dos candidatos / Foto: Reprodução

Canais de transmissão no WhatsApp tornaram-se ferramentas centrais na mobilização do segundo turno da eleição presidencial.

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Espaços como o “Exército do Lula” (com 4,8 milhões de seguidores) e a “Tropa do Flávio” (com 1,7 milhão) garantem alcance direto e em larga escala, mas desafiam a regulação da Justiça Eleitoral sobre desinformação e limites de atuação na internet.

Diferente dos grupos tradicionais, os canais de transmissão permitem publicações apenas dos administradores, cabendo aos seguidores reagir ou repassar o conteúdo.

Segundo cientistas políticos, a principal utilidade da ferramenta é transformar apoiadores engajados em multiplicadores de campanha a custo zero, ativando redes de confiança entre amigos e familiares.

No entanto, especialistas destacam que o volume de seguidores mede a capacidade de mobilização, mas não a conversão de eleitores indecisos.

O uso ostensivo dessas ferramentas levou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a analisar a exigência de registro oficial e regras de controle para evitar abusos.

Juristas apontam que eventuais suspensões de canais por parte da Justiça Eleitoral devem se basear em irregularidades concretas — como a disseminação de fake news — e não apenas no tamanho ou no viés político das contas, preservando a proporcionalidade das sanções.

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