
O advogado e especialista em Direito Constitucional Rafael Gonçalves Mota alerta para os riscos do uso inadvertido de ferramentas de inteligência artificial em ambientes corporativos.
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Segundo ele, práticas rotineiras, como resumir contratos ou analisar planilhas em plataformas públicas de IA, podem expor documentos confidenciais, dados de clientes e segredos estratégicos sem que as empresas percebam.
Convidado recente da Escola Superior de Guerra (ESG), no Rio de Janeiro, para abordar proteção de dados e cibersegurança, Rafael ressalta que o facilismo operacional não elimina a necessidade de avaliar o que é compartilhado.
Para o especialista, as organizações precisam estabelecer políticas claras sobre quais ferramentas são autorizadas, como os dados são armazenados e de que forma orientar os funcionários para evitar falhas de segurança.
O debate será levado a Fortaleza nos dias 4 e 5 de novembro durante o II Simpósio de Segurança da Informação, promovido pelo 52º Centro de Telemática.
Rafael palestrará no dia 5 sobre soberania digital, defesa do Estado e guerra cibernética.


