
Às vésperas das eleições legislativas nos Estados Unidos, a decisão do governo Donald Trump de conceder entrada temporária (regime de parole) ao senador brasileiro Flávio Bolsonaro virou alvo de contestação no Congresso americano.
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A viagem da família do parlamentar ao País em jato providenciado por integrante da Casa Branca gerou questionamentos de parlamentares do Partido Democrata sobre o uso de recursos públicos e a condução da política de imigração.
A medida do governo republicano foi criticada por integrantes da Câmara dos Representantes, que apontam contradição em relação ao rigor aplicado a pedidos de asilo de outras nacionalidades.
Congressistas argumentaram que a permissão serviria para esquivar o senador de investigações no Brasil.
Apesar das cobranças por deportação feitas por opositores, especialistas lembram que a gestão e a revisão de status migratórios são atribuições exclusivas do Poder Executivo norte-americano, sem efeito direto a partir de moções legislativas.


