
O Nordeste atingiu novo patamar no ramo do agronegócio com a produção elevada de soja.
De acordo com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a região vai produzir 15 milhões de toneladas de soja em 2023.
Montante corresponde a 3 milhões a mais que a Índia, país localizado na Ásia e que tem a quinta maior safra do grão de soja do mundo.
Entre os motivos do bom resultado, estão fatores climáticos do Nordeste, além da utilização de uma infraestrutura tecnológica que possibilitou o desenvolvimento do agro no interior nordestino.
Segundo a Conab, Bahia, Maranhão e Piauí compõem o top 3 dos Estados do Nordeste líderes na produção de soja.
O trio compõe a região Matopiba, junção do Maranhão, Tocantins (estado localizado geograficamente no Norte do Brasil), Piauí e Bahia.
Os agricultores baianos vão colher cerca de 7,7 milhões de toneladas, enquanto o Maranhão estima uma colheita de 4 milhões, já o Piauí terá uma produção de aproximadamente 3,5 milhões.
Apesar do terceiro lugar, o Piauí é o Estado o qual os produtores rurais têm a mais perspectiva de crescimento: o setor espera colher uma safra de soja 18% maior em 2023.
A soja é uma oleaginosa de grande importância para o agronegócio no Brasil e no mundo.
Isso se deve principalmente pelo retorno econômico e versatilidade, que pode ser utilizado pela indústria veterinária, indústria alimentícia, indústria farmacêutica, cosméticos, tintas, adesivos e plásticos.

