

Tensão política é muito própria de períodos eleitorais. Algumas críticas, entretanto, parecem desarrazoadas.
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Censurar chefes de executivo ou legislativo, por suposto excesso de visibilidade, é injusto.
Representantes de poderes, eles não podem se furtar a mostrar o resultado do trabalho que desenvolvem – nem que seja visando dividendos eleitorais.
Isso serve para o prefeito José Sarto (PDT) e para o presidente da Assembleia Legislativa, Evandro Leitão (PT) – ambos pré-candidatos ao Executivo Municipal.
Prefeito da Cidade, Sarto tem contas a prestar com a opinião pública da Capital – é com esse ativo que pretende ficar mais quatro anos no Paço.
Já Evandro, comandante de um dos poderes do Estado, tem uma intensa agenda, por onde pretende trilhar o caminho para uma possível candidatura.
Aos olhos de muitos, há uma espécie de desigualdade de condições – quando dois líderes do tipo ganham exposição acima da média.
É, de fato, uma questão polêmica. Mas a lei permite que Sarto e Evandro sigam em seus mandatos enquanto se preparam para a batalha eleitoral.
Desde que não haja excessos de qualquer natureza – o que poderia tipificar abuso de poder político, por exemplo -, a visibilidade de Sarto e Evandro é legal e é do jogo.
O mais é TPE – tensão pré-eleitoral.