

O prefeito e candidato à reeleição, José Sarto (PDT), não conseguiu ampliar o grupo.
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Pelo contrário: Sarto perdeu o PSD, que indicou a candidata a vice-prefeita na chapa de Evandro Leitão (PT), Gabriela Aguiar (PSD).
Salvo uma reviravolta, somente o petista, até aqui, conseguiu ampliar o palanque – já elástico.

Enquanto isso, pela centro-direita, há dificuldades políticas generalizadas.
Capitão Wagner (União Brasil), André Fernandes (PL) e Eduardo Girão (Novo) chegam à reta final do período de oficialização de seus nomes sem agregar parcerias políticas robustas.
Coligações partidárias servem para reforçar a musculatura da candidatura, seja em volume de dinheiro, estrutura de campanha ou tempo no rádio e TV.
Isso é importante, mas há algo, talvez, ainda mais imprescindível: ter mais capilaridade nas ideias.
Um novo partido ou grupo no palanque significa polifonias políticas que antes não se tinha e apoios que, por vezes, somente o novo aliado é capaz de atrair.
Quando há coligação, junto vem a ampliação do raio de atuação.
O candidato passa a falar, externamente, para o máximo de eleitores; quando não há coligação, a candidatura falará somente para dentro – para o mesmo eleitor.
Por isso o esforço hercúleo que líderes partidários dispensam em articulações, negociações e acordos às vésperas de convenções partidárias, como temos visto nos últimos dias.