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Chapa majoritária: os primeiros rascunhos para 2026

Poder News 26 de janeiro de 2025
Candidatos Elmano e Ivo para Executivo e Guimarães/Eunício no Senado é uma das possibilidades / Foto: Reprodução

Anos ímpares, sem eleição, estão para a calmaria política, como os pares estão para a tensão das disputas, correto? Nem tanto.

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Aparentemente tranquilo, o ano de 2025 começa com cenários esboçados – no mínimo, rascunhados – do que poderá vir a ser o desenho para 2026 no Estado do Ceará.

Vamos a alguns desses rabiscos que já animam os bastidores – com alcances, interesses, consistências e viabilidades variados.

O PT-CE não trabalha, até aqui, com outra tese que não seja a candidatura à reeleição do governador Elmano de Freitas.

O PSB de Cid Gomes é citado para a vice do PT. Seria um dos irmãos do senador – Ivo ou Lia, nessa sequência.

Um dos argumentos seria o fato de PSB e PT serem os maiores partidos do Estado entre as 184 prefeituras cearenses. As siglas controlam 65 e 46 gestões, respectivamente: 111 do total.

À atual vice-governadora, Jade Romero (MDB), está sendo oferecida uma candidatura a deputada federal. Há resistências.

Para o Senado, uma das candidaturas iria para o líder do governo Lula na Câmara dos Deputados, José Nobre Guimarães (PT).

A segunda candidatura ficaria com o MDB de Eunício Oliveira. Jade teria grande parte dos colégios eleitorais do hoje deputado federal.

PSD e Republicanos já estariam contemplados

Gabriella Aguiar (PSD), vice de Fortaleza / Foto: Divulgação

No hipotético cenário de a chapa majoritária de 2026 no Ceará ser entregue ao PT, PSB e MDB, como ficariam forças auxiliares do Palácio da Abolição, a exemplos de PSD e Republicanos?

Questionadas, fontes da Coluna são praticamente unânimes: ambos já estão contemplados.

O PSD de Domingos Filho tem a Vice-Prefeitura de Fortaleza e está na SDE-CE.

Ao Republicanos de Chiquinho Feitosa poderia ser apresentada uma suplência de senador.

As variáveis da oposição
Tomando Fortaleza como referência, o que aconteceu em 2024 com a oposição é um indicativo para 2026.

O grupo ampliado chegou a deter mais da metade das intenções de votos na Capital.
Dividiu-se no primeiro turno e, quando tentaram se reagrupar no segundo, era tarde demais. Daí as perguntas?

Serão quantas chapas majoritárias fora da órbita do Abolição? A oposição vai unida ou rachada?

O mesmo raciocínio serve para o contexto nacional: a oposição ao Planalto terá quantos nomes? Teremos terceira via?

Com Lula
A conversa oficial na cúpula nacional do PT é a recandidatura do presidente Lula.

Trata-se de uma hipótese conservadora, por desconsiderar a idade e eventuais problemas de saúde do petista.

Mesmo em declínio, porém, o mandatário ainda encanta multidões.

Isso pode fazer toda a diferença em palanques regionais, como o Ceará.

Sem Lula
Caso Lula desista de tentar o quarto mandato, praticamente tudo mudaria – nacional e localmente.

Esse cenário rearranjaria o tabuleiro, radicalmente, nesse pedaço do mundo chamado Ceará.

Quase tudo passaria a ser incógnita.

Isso implicaria, profundamente, na reformulação dos palanques majoritários estaduais.

Por sobrevivência e segurança, alguns até repensariam voos mais altos.

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