
A China criticou nesta segunda-feira, 7, o uso de tarifas como forma de “coerção e pressão”, após o ex-presidente dos EUA, Donald Trump, ameaçar impor uma taxa extra de 10% a países que apoiarem o Brics.
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A porta-voz do Ministério das Relações Exteriores chinês, Mao Ning, afirmou que a cooperação entre os países do Brics “é aberta, inclusiva e não mira nenhum país em específico”.
Mao destacou que a China “sempre se opôs a guerras comerciais e tarifárias” e que medidas unilaterais “não beneficiam ninguém”. Segundo ela, o Brics representa “uma força positiva na comunidade internacional”.
A declaração chinesa veio após Trump escrever, no domingo, na rede Truth Social: “Qualquer país que se alinhe com as políticas antiamericanas dos Brics deverá pagar uma tarifa adicional de 10%. Não haverá exceções”.

