
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu deixar para 2026 o julgamento sobre a suposta fraude à cota de gênero que envolve o PL no Ceará, adiando a definição sobre a cassação da chapa de deputados estaduais eleita em 2022.
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O caso envolve uma denúncia de uso de candidaturas femininas fictícias para burlar a regra de cota de gênero e acessar recursos do fundo partidário nas eleições de 2022 no Ceará, processo que pode resultar na cassação de toda a chapa ou apenas dos candidatos homens, segundo divergências em análise no TSE.
O julgamento foi retomado em novembro, mas foi interrompido após pedido de vista de um dos ministros, deixando em aberto a decisão sobre a cassação. Com o adiamento para 2026, os quatro parlamentares mencionados seguem no mandato pelo menos até lá.
A lentidão no processo é criticada por especialistas, que apontam o impacto direto na legitimidade da representação popular na Assembleia Legislativa do Ceará em um ciclo que se aproxima de nova disputa eleitoral.
