
Pesquisa da Febraban indica melhora nas perspectivas para o crédito em 2026.
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A projeção de crescimento da carteira subiu de 7,9% para 8,2%, mesmo com a Selic em patamar elevado.
Segundo 73,7% dos bancos, a desaceleração do crédito deve ocorrer de forma gradual, apoiada pela resiliência do mercado de trabalho e por estímulos governamentais.
A maior revisão ocorreu no crédito direcionado, operado principalmente por bancos públicos.
A estimativa de crescimento para 2025 passou de 10,1% para 10,9%, enquanto a projeção para 2024 subiu de 9% para 9,4%, acima dos 7,6% esperados para o crédito com recursos livres.
O levantamento aponta ainda alta da inadimplência, de 5,1% em 2025 para 5,2% em 2026. Para 70% das instituições, o Banco Central deve iniciar os cortes da Selic em março, reduzindo a taxa de 15% para 13% até agosto.
Já 80% dos bancos avaliam que o governo precisará adotar medidas adicionais para cumprir o arcabouço fiscal.
