
A ressaca é a resposta do organismo ao consumo excessivo de álcool, manifestando-se através de dor de cabeça, náusea, fadiga e desidratação. Geralmente, os sintomas diminuem em um período de 8 a 24 horas, embora em casos severos possam persistir por até 48 horas, enquanto o fígado finaliza o processamento das toxinas (como o acetaldeído).
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Hidratação é a prioridade
A prioridade absoluta é repor líquidos. Beber água pura é importante, mas líquidos com eletrólitos (como água de coco e isotônicos) são mais eficazes para restaurar os sais minerais perdidos pela diurese excessiva, combatendo a fraqueza e a tontura.
Alimentação leve e estratégica
Um café da manhã equilibrado ajuda a estabilizar os níveis de açúcar no sangue (glicemia), que caem após o consumo de álcool. Alimentos como:
- Bananas: Ricas em potássio.
- Ovos: Contêm cisteína, que ajuda a quebrar as toxinas do álcool.
- Torradas ou biscoitos de água e sal: Ajudam a elevar o açúcar no sangue sem irritar o estômago.
O valor do descanso
Embora o álcool cause sonolência, ele impede o sono REM (profundo e restaurador). Por isso, descansar ou tirar cochilos ao longo do dia é vital para que o sistema nervoso se recupere da inflamação causada pela substância.
Medicamentos e cuidados
- Analgésicos: Ibuprofeno ou aspirina podem ajudar na dor de cabeça, mas devem ser evitados se houver dor estomacal (gastrite).
- Atenção: Nunca use paracetamol (acetaminofeno), pois a combinação com o álcool sobrecarrega perigosamente o fígado.
- Natural: O chá de gengibre é um excelente aliado contra a náusea.
O que evitar
Cuidado com mitos: café em excesso e bebidas energéticas podem agravar a desidratação e a irritação gástrica. Beber mais álcool (o método “hair of the dog”) apenas adia a ressaca e prolonga o sofrimento do organismo.

