
Países como Brasil, Cuba e Irã já se manifestaram e condenaram os ataques dos EUA à Venezuela neste sábado, 3.
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As declarações exigem uma resposta urgente das Nações Unidas e qualificam a ação como uma violação grave do direito internacional.
O presidente Lula foi um dos primeiros a se pronunciar. Em nota, Lula classificou a ação como “um ato de agressão inaceitável” e uma violação da soberania e do direito internacional.
Ele afirmou que o Brasil “repudia veementemente o uso da força para resolver divergências políticas” e fez um apelo direto ao Conselho de Segurança da ONU, para que “cumpra seu papel na manutenção da paz e convoque uma reunião de emergência” para tratar do caso.
O governo de Cuba emitiu uma nota oficial endossando e ampliando a condenação.
O texto, assinado pelo Ministério das Relações Exteriores, descreve o ataque como “um ato criminoso de agressão imperialista” que representa uma “ameaça direta à estabilidade de toda a América Latina e do Caribe”.
Cuba também exigiu uma “resposta firme e unânime da comunidade internacional” por meio da ONU e de organismos regionais.
O Ministério das Relações Exteriores do Irã se somou às críticas.
Em comunicado, Teerã condenou “nos termos mais fortes a aventura militar ilegal dos Estados Unidos”, caracterizando-a como uma “flagrante intervenção nos assuntos internos de um país soberano”.
O Irã alertou que a ação “abre um precedente perigoso” na ordem global e pediu uma sessão urgente do Conselho de Segurança para “responsabilizar os agressores”.

