
A Venezuela, outrora uma potência petrolífera, viu sua participação no mercado global de petróleo cair para menos de 1% em 2025, de acordo com dados recentes da OPEP.
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O país respondeu por apenas 0,83% da produção mundial em novembro, com uma média diária de 770 mil barris.
A produção atual é menos de um terço do volume de 2,5 milhões de barris diários registrado naquele ano e representa uma queda drástica em relação ao pico de mais de 3 milhões de barris diários no início dos anos 2000.
A combinação de sanções internacionais, principalmente dos Estados Unidos, e graves problemas de gestão e infraestrutura na estatal PDVSA é apontada como a causa principal do colapso.
A crise no setor petrolífero agrava a crise econômica e humanitária no país, já que a Venezuela depende quase inteiramente da receita com petróleo para obter divisas estrangeiras.
Sem grandes investimentos e mudanças estruturais, a perspectiva de recuperação da indústria petrolífera venezuelana permanece distante, consolidando uma mudança histórica no cenário energético global.

