
Pesquisas recentes revelam que alterações nos padrões de sono como sono fragmentado, irregular ou de má qualidade, estão associadas a elevado risco para mais de 130 doenças, funcionando não apenas como sintoma, mas também como sinal precoce de vários problemas de saúde.
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Um modelo baseado em inteligência artificial capaz de analisar dados de polissonografia identificou padrões de sono que permitem prever riscos de condições como demência, Parkinson, insuficiência cardíaca e outras doenças crônicas.
Esses distúrbios do sono são fatores de alerta importantes porque interferem em processos fisiológicos essenciais, incluindo atividade cerebral, ritmos circadianos e função metabólica, que quando alterados podem desencadear ou agravar doenças sistêmicas.
Estudos também observam que padrões irregulares de descanso mais do que apenas a duração estão associados a riscos ampliados de condições como diabetes tipo 2, falência renal e doenças cardiovasculares, reforçando a importância de um sono regular e de qualidade.
Especialistas em saúde ressaltam que sono inadequado não é apenas cansaço, mas um componente crítico da saúde geral, influenciando o funcionamento do sistema imunológico, função cognitiva e bem-estar físico ao longo da vida.

