
Com a chegada de 2026, muitos brasileiros planejam abrir o próprio negócio. Especialistas alertam que o registro de marca é um passo essencial para garantir segurança jurídica, exclusividade e proteção do investimento em branding.
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Dados do INPI apontam que, em 2023, foram feitos 402.460 pedidos de registro de marca, um aumento de 143% em relação a 2013, quando o número era de cerca de 165 mil. O crescimento indica maior conscientização dos empreendedores sobre a importância de proteger ativos intangíveis.
Para o cofundador da Green Safe, Pedro Freitas, quanto mais cedo o registro é feito, melhor. Segundo ele, o processo assegura investimentos em marketing e identidade da marca, ainda pouco compreendidos por parte dos empresários.
Entre os fatores que impulsionam os pedidos estão a digitalização do INPI, a adesão ao Protocolo de Madri, que permite proteção internacional, e o avanço do e-commerce e do marketing digital, que aumentaram a exposição das marcas.
O advogado Vinícius Silva, especialista em propriedade intelectual, destaca que a unificação das taxas trouxe mais previsibilidade ao processo e reduziu riscos de disputas judiciais, já que no Brasil tem prioridade quem registra primeiro.
No Ceará, o alerta ganha força: entre junho de 2024 e junho de 2025, foram abertas 166.942 novas empresas, segundo a Jucec, reforçando a necessidade de atenção à proteção legal desde o início.

