
A Justiça Federal no Ceará condenou Thiago Antônio Rita e Juliana de Paula Rita por invadirem o sistema gov.br de um escrivão da Polícia Federal. O homem se passava por auditor da CGU, enquanto a mulher fingia ser procuradora da Fazenda Nacional.
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Thiago recebeu pena de 6 anos em regime semiaberto, e Juliana foi condenada a 3 anos e meio em regime aberto. O casal foi alvo da Operação Nunca Será, que identificou outras 19 vítimas de golpes aplicados pela dupla em servidores públicos.
As investigações revelaram que os criminosos acessavam informações financeiras para emitir documentos falsos e obter cartões de crédito e empréstimos. Na residência do casal, no Eusébio, foram apreendidos celulares, HDs e cartões bancários.
A defesa dos réus não se manifestou sobre a sentença. O caso reforça o alerta sobre a segurança de dados em plataformas governamentais, que foram o ponto de partida para os acessos indevidos realizados pelos golpistas.

