
A empresa coreana POSCO E&C, que atuou na construção da antiga Companhia Siderúrgica do Pecém (CSP), entrou com pedido de falência, deixando um prejuízo milionário no Ceará. Pelo menos 16 empresas cearenses foram atingidas por um calote que ultrapassa a marca dos milhões.
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O grupo coreano alegou insolvência financeira para justificar a medida judicial, que interrompe o pagamento de dívidas com fornecedores de serviços e materiais. A situação gera apreensão no setor de infraestrutura e metalurgia do Porto do Pecém.
Empresários locais afetados tentam agora reaver os valores na justiça, mas o processo de falência internacional torna a recuperação do dinheiro lenta e incerta. O impacto atinge diretamente o fluxo de caixa de pequenos e médios negócios cearenses.
A antiga CSP, hoje ArcelorMittal Pecém, informou que não possui responsabilidade sobre as dívidas da POSCO, uma vez que se tratava de uma prestadora de serviços independente. O caso acende o alerta sobre a segurança de contratos com gigantes multinacionais.

