
O câncer de pâncreas é considerado um dos tumores mais agressivos em grande parte porque sintomas muitas vezes só aparecem em estágios avançados, dificultando o diagnóstico precoce e o início do tratamento eficaz.
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Uma das características da doença é a localização profunda do pâncreas no abdômen, o que faz com que tumores possam crescer sem causar dor ou sinais perceptíveis nas fases iniciais. Isso contribui para que muitos casos sejam identificados apenas quando já há comprometimento de estruturas próximas.
Entre os fatores de risco associados ao câncer de pâncreas estão tabagismo, idade avançada, histórico familiar da doença, pancreatite crônica, obesidade e diabetes, condições que podem elevar as chances de desenvolvimento tumoral nessa região.
Especialistas também destacam que a biologia do tumor pancreático pode ser mais resistente a quimioterapia e radioterapia convencionais, e que as células cancerígenas dessa região têm tendência a se espalhar rapidamente, o que reduz as opções terapêuticas e impacta o prognóstico.
Por isso, a detecção precoce por meio de exames de imagem em pessoas de risco ou com sintomas persistentes, como perda de peso inexplicada, icterícia e dor abdominal é crucial para ampliar as chances de tratamento eficaz.

