
Com a intensificação de festas, blocos de rua e viagens no período que antecede o Carnaval, especialistas em saúde alertam para o aumento do risco de infecções sexualmente transmissíveis (ISTs).
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A recomendação é reforçar medidas de prevenção, como uso de preservativos, testagem regular e vacinação, especialmente durante o período festivo.
Entre as ISTs que exigem maior atenção estão sífilis, HIV, hepatites virais, herpes genital e HPV. Dados do Ministério da Saúde indicam que o Brasil registrou mais de 1,1 milhão de casos de aids entre 1980 e setembro de 2025.
Apesar da tendência de queda nos registros gerais, cresce o número de infecções entre homens de 15 a 29 anos, grupo considerado prioritário para ações preventivas.
A sífilis também segue em alta no país, com aumento de casos entre homens, mulheres e gestantes. Segundo especialistas, o consumo de álcool e outras substâncias durante festas pode reduzir a percepção de risco e favorecer relações sexuais sem proteção.
De acordo com o infectologista Antônio Mauro, dos hospitais Oto Santos Dumont e Oto Meireles, a prevenção deve ocorrer antes, durante e após o Carnaval. “O preservativo continua sendo uma das principais formas de proteção.A testagem permite o diagnóstico precoce e o início do tratamento, interrompendo a transmissão”, destaca.
Além do uso de camisinha, a orientação inclui vacinação contra hepatite B e HPV, acesso à testagem rápida pelo SUS e busca por atendimento médico diante de sintomas como feridas, corrimentos ou dor ao urinar.
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