
O ex-ministro Raul Jungmann morreu neste domingo, 18, em Brasília (DF). Ele estava internado no hospital DF Star, na capital federal, e tratava um câncer no pâncreas.
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A informação foi confirmada pelo Instituto Brasileiro de Mineração, instituição da qual era presidente desde 2022.
Durante o governo Fernando Henrique Cardoso, esteve à frente do Ministério do Desenvolvimento Agrário e de Políticas Fundiárias.
Já na gestão de Michel Temer, comandou o Ministério da Defesa e, em 2018, tornou-se o primeiro ministro da Segurança Pública do Brasil.
No governo Temer, Jungmann também foi responsável por coordenar operações baseadas em decretos de Garantia da Lei e da Ordem (GLO).
Na juventude, militou no antigo Partido Comunista Brasileiro (PCB). Ao longo da trajetória partidária, foi filiado ao MDB entre 1972 e 1994, integrou o PPS até 2001, migrou para o PMDB e retornou ao PPS em 2003.
A projeção nacional como ministro contribuiu para sua eleição como deputado federal por Pernambuco em 2002.
Foi reeleito em 2006 e, quatro anos depois, concorreu ao Senado, mas não obteve êxito. Em 2012, conquistou novo mandato eletivo, desta vez como vereador do Recife.
Nas eleições de 2014, ficou na suplência para a Câmara dos Deputados.

