
A saúde mental dos professores brasileiros vive um momento crítico. Segundo artigo do professor Antonio Netto, publicado no Diário do Nordeste, o estresse e a depressão tornaram-se as principais razões para o afastamento das salas de aula.
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Essa crise, muitas vezes invisível, compromete diretamente a qualidade da educação no país. A síndrome de burnout, causada pelo esgotamento profissional, é um dos diagnósticos mais comuns na categoria.
Vários fatores contribuem para esse cenário alarmante. Entre eles, destacam-se a sobrecarga de trabalho, a baixa remuneração e a falta de reconhecimento social e institucional pela profissão.
A rotina vai muito além das aulas. Os educadores enfrentam jornadas exaustivas com planejamento, correções e reuniões, muitas vezes precisando de bicos para complementar a renda.
Além disso, as condições precárias das escolas e a violência no ambiente escolar agravam o quadro. Salas superlotadas e falta de recursos básicos tornam o dia a dia ainda mais desafiador.
O texto reforça que não há educação de qualidade sem professores saudáveis. É urgente que gestores públicos e instituições criem políticas efetivas de apoio e valorização para a categoria.
