
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, lançou oficialmente, nesta quinta-feira, 22, o Conselho da Paz, iniciativa criada por ele com o objetivo declarado de promover a pacificação e a reconstrução da Faixa de Gaza.
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Em discurso, Trump afirmou que “todo mundo quer fazer parte do Conselho da Paz”. Segundo ele, 59 países foram convidados a integrar o grupo.
Até o momento, Arábia Saudita, Argentina, Armênia, Azerbaijão, Bahrein, Belarus, Catar, Cazaquistão, Egito, Emirados Árabes Unidos, Hungria, Indonésia, Israel, Jordânia, Kosovo, Kuwait, Marrocos, Paraguai, Turquia, Uzbequistão e Vietnã teriam confirmado participação.
Outros países, como Noruega, Suécia, França, Eslovênia e Reino Unido, já sinalizaram que não devem aderir à iniciativa. O Brasil ainda não respondeu ao convite.
Trump reconheceu que o Conselho da Paz não possui, até o momento, legitimidade formal para propor ou executar medidas de pacificação em territórios estrangeiros. Apesar de críticas recorrentes à Organização das Nações Unidas (ONU), o presidente afirmou que pretende atuar em cooperação com o órgão.
De acordo com o anúncio, os países participantes terão mandato inicial de três anos. Para renovar a participação, será necessário contribuir com US$ 1 bilhão para um fundo que, segundo Trump, será administrado exclusivamente pelos Estados Unidos.
