
O preço da gasolina encerrou 2025 com uma redução acumulada, fruto da estratégia da Petrobras de priorizar o mercado interno e evitar repasses imediatos da volatilidade internacional. O cenário, no entanto, ganha novos contornos em janeiro de 2026 devido ao fechamento do IPCA.
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Apesar da estabilidade recente, analistas do setor alertam que a inflação acumulada pressiona os custos operacionais de logística e distribuição. Isso pode levar a Petrobras a revisar as margens para garantir o equilíbrio financeiro da companhia ao longo deste semestre.
Atualmente, o valor médio do combustível nas bombas reflete a ausência de grandes reajustes na refinaria nos últimos meses. A estratégia foi fundamental para conter o avanço da inflação oficial, já que o transporte tem peso decisivo no índice.
A estatal mantém o acompanhamento do preço do barril de petróleo no mercado externo e do câmbio, mas reforça que a prioridade é evitar a transferência de instabilidades externas para o consumidor brasileiro.
Para o motorista, o alerta é de atenção: embora não haja anúncio imediato de alta, a convergência do IPCA indica que o período de quedas consecutivas pode estar próximo de uma estabilização ou leve correção.
