
Os terminais portuários do Ceará consolidaram-se, ao longo de 2025, como o eixo estratégico das facções criminosas para o escoamento de drogas em larga escala para o exterior.
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Dados recentes indicam que a logística avançada e a conectividade marítima do estado atraíram organizações que utilizam o Porto do Pecém e o Porto do Mucuripe como pontos de saída.
As autoridades de segurança apontam que o método mais comum é o “rip-on/rip-off”, onde a droga é inserida em contêineres sem o conhecimento dos proprietários das cargas legais.
O aumento da vigilância resultou em apreensões recordes, mas também evidenciou a sofisticação do crime organizado, que passou a investir em tecnologia e mergulhadores para esconder entorpecentes sob os cascos dos navios.
Para combater esse avanço, a Polícia Federal e a Receita Federal intensificaram o uso de scanners de alta precisão e cães farejadores nos pátios de carga do estado.
