
A gestão de condomínios deixou de ser uma tarefa de vizinhos para se tornar uma carreira em ascensão no Ceará. Segundo o Censo Condominial 25/26, o estado já registra uma remuneração média de R$ 1.790 para síndicos, superando mercados vizinhos como o do Piauí.
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O movimento é impulsionado pelo surgimento de grandes empreendimentos mistos e multipropriedades, que exigem conhecimentos em direito, finanças e mediação de conflitos.
No Brasil, quase 50% dos síndicos já são profissionais e fazem da função sua principal fonte de renda.
Um dado curioso do levantamento aponta que 70% desses profissionais começaram como voluntários em seus próprios prédios antes de se especializarem.
Hoje, um síndico profissional chega a administrar, em média, oito condomínios simultaneamente.
A tecnologia também tem sido uma aliada no Ceará. O uso de assembleias virtuais e prestação de contas via aplicativos aumentou a transparência e a confiança dos moradores, reduzindo a informalidade na gestão.
Especialistas do setor afirmam que o estado vive um “ponto de virada”. A busca por gestores qualificados reflete diretamente na valorização do patrimônio: condomínios bem administrados evitam processos jurídicos e garantem maior conservação dos imóveis.
