
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, designou a ministra Cármen Lúcia como relatora da proposta de criação de um código de ética para a Corte. O anúncio ocorreu nesta segunda-feira, 2, durante a sessão solene de abertura do Ano Judiciário de 2026.
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A iniciativa surge em resposta a críticas recentes sobre a conduta de integrantes da Corte em investigações envolvendo fraudes no sistema financeiro. Fachin destacou que o tribunal vive um momento de autocorreção e que buscará o consenso entre os colegas para a aprovação do texto.
A proposta de Cármen Lúcia deve estabelecer parâmetros rigorosos de transparência para as atividades exercidas pelos ministros fora dos autos judiciais.
O evento contou com a presença dos presidentes da República, da Câmara e do Senado, reforçando a importância do tema para o equilíbrio entre os Poderes.
