
A novela sobre o posicionamento da União Progressista no Ceará ganhou um novo capítulo após um jantar em Brasília com líderes nacionais e locais. Apesar da proximidade com figuras da oposição, como Ciro Gomes e Capitão Wagner, o anúncio oficial de apoio foi adiado novamente.
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O impasse ocorre porque as siglas União Brasil e Progressistas possuem alas divididas entre a base do governo Elmano e a oposição. A definição é estratégica, pois determina quem terá o maior tempo de propaganda na rádio e TV, além de vultosos recursos do fundo eleitoral.
Lideranças da oposição acreditam que o acordo já está selado em favor de uma chapa encabeçada por Ciro Gomes. No entanto, o comando nacional da federação aguarda a homologação oficial do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para formalizar qualquer aliança política no estado.
Enquanto isso, o grupo governista mantém o diálogo com as cúpulas partidárias na tentativa de preservar aliados importantes dentro das legendas.
O desfecho depende da estratégia nacional da federação, que tende a adotar um viés de centro-direita e antipetista em 2026.
