
A justiça do Irã impôs mais sete anos e meio de prisão à ativista, acusada de conspirar contra o sistema e realizar propaganda contra o governo.
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O veredito, anunciado por seu advogado Mostafa Nili, também inclui dois anos de exílio interno na cidade de Josf e a proibição de deixar o Irã por dois anos após a liberdade.
Mohammadi, que luta pelos direitos humanos e contra a opressão feminina, já foi presa diversas vezes pelo regime e enfrenta graves problemas de saúde.
A ativista está detida desde dezembro de 2024 e recentemente iniciou uma greve de fome para protestar contra as condições da sua prisão. A defesa planeja recorrer da decisão, argumentando que o estado físico de Mohammadi exige tratamento hospitalar e liberdade imediata por questões humanitárias.
Símbolo da resistência no Irã, Narges Mohammadi continua a denunciar violações de direitos fundamentais mesmo atrás das grades.

