
A deputada federal Dayany Bittencourt (União-CE) pede medidas urgentes e um plano de ação diante da ausência de livros didáticos em Braille.
Siga o Poder News no Instagram
Mais de 45 mil estudantes deficientes visuais em todo o País foram afetados pelo problema neste início do ano letivo de 2026.
Um requerimento de Indicação ao Ministério da Educação foi protocolado na segunda, 9, solicitando informações sobre o caso.
Ela pede medidas urgentes e um plano de ação imediato diante da ausência de livros didáticos em Braille.
Dayany classificou a situação como “grave e inaceitável”, destacando que a falta do material compromete diretamente o direito constitucional à educação e à inclusão.
Segundo a deputada cearense, a ausência dos livros representa não apenas uma falha administrativa, mas um retrocesso nas políticas de acessibilidade e no compromisso com a educação inclusiva.
No documento encaminhado ao MEC, Dayany Bittencourt requer esclarecimentos sobre as razões do atraso, a identificação dos responsáveis e a apresentação de um cronograma detalhado para regularização imediata da distribuição dos materiais.
A deputada também solicita garantias formais de que o problema não volte a ocorrer nos próximos anos letivos.
“A educação inclusiva não pode existir apenas no discurso. É preciso planejamento, execução e respeito às famílias e aos estudantes que dependem do Braille para aprender”, afirmou a parlamentar.

