
A Bolívia iniciou negociações formais com o Fundo Monetário Internacional (FMI) para obter um empréstimo de US$ 3,3 milhões.
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O objetivo é injetar liquidez no sistema financeiro e tentar controlar a grave crise de escassez de dólares que atinge o país.
O país vizinho enfrenta um momento crítico com a queda drástica das suas reservas internacionais, que atingiram os níveis mais baixos das últimas décadas.
A falta de moeda estrangeira tem dificultado a importação de combustíveis e gerado protestos de diversos setores produtivos bolivianos.
Para que o dinheiro seja libertado, o governo de Luis Arce precisa de:
- Aprovação Legislativa: o Congresso boliviano, dividido entre aliados do presidente e de Evo Morales, tem travado projetos de crédito externo.
- Reformas: o FMI costuma exigir ajustes fiscais em troca de grandes volumes de empréstimos, o que pode gerar resistência social na Bolívia.
Por que importa para o Brasil?
A instabilidade econômica na Bolívia é acompanhada de perto pelo governo brasileiro, já que o país é um dos principais fornecedores de gás natural para o Brasil. Uma crise profunda no país vizinho pode afetar o fluxo comercial e a segurança energética na região.

