
Com a intensificação das chuvas, o mormaço passa a fazer parte da rotina em diversas regiões do país, trazendo não apenas desconforto térmico, mas também impactos relevantes à saúde.
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A combinação de calor e alta umidade do ar cria um ambiente propício para a proliferação de vírus, bactérias e fungos.
Também dificulta a regulação da temperatura corporal, o que exige atenção redobrada da população.
Embora seja comum atribuir diretamente ao mormaço o surgimento de doenças, especialistas explicam que o fenômeno não provoca enfermidades por si só.
“O mormaço não é a causa direta das doenças, mas cria um cenário favorável para a transmissão de vírus e bactérias e para o agravamento de quadros alérgicos e respiratórios”, explica o Dr. Danilo Campos, médico infectologista da Rede Oto.
Crianças, idosos e pessoas com doenças crônicas tendem a sentir esses impactos de forma mais intensa e devem redobrar os cuidados.
Para reduzir os riscos à saúde durante os dias de mormaço, a orientação é adotar cuidados simples no dia a dia.
Manter uma boa hidratação, priorizar locais ventilados, evitar exposição prolongada ao calor, usar roupas leves e reforçar a higiene das mãos são medidas fundamentais.
É importante observar os sinais de alerta, como febre persistente, tosse, dificuldade respiratória, lesões de pele ou mal-estar prolongado, buscando atendimento médico sempre que necessário.

