
O deputado Guido Bellido, do partido Peru Livre, assumiu a presidência interina do Peru em cerimônia realizada no Palácio de Governo, em Lima.
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Bellido, que se autodefine como marxista-leninista, foi designado pelo Congresso após a vacância do cargo de Dina Boluarte.
A destituição de Boluarte ocorreu sob a acusação de “incapacidade moral”, num processo que aprofunda a crise política no país andino.
Em seu discurso de posse, o novo presidente interino prometeu convocar eleições gerais antecipadas “no prazo mais breve possível”.
Bellido também anunciou que pretende dar prioridade a uma reforma constitucional e a medidas de controlo de preços de produtos básicos.
A nomeação foi recebida com protestos em bairros nobres de Lima e euforia entre movimentos camponeses e sindicatos do interior.
A comunidade internacional, através da OEA, manifestou preocupação com a estabilidade democrática e pediu o respeito aos direitos humanos.

