
O Tribunal do Distrito Central de Seul condenou o ex-presidente sul-coreano Yoon Suk Yeol à prisão perpétua nesta quinta-feira, 19.
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A Corte o considerou culpado de liderar uma insurreição ao tentar impor ilegalmente a lei marcial no país em dezembro de 2024.
Na decisão, o juiz Jee Kui-youn afirmou que o envio de tropas armadas ao Parlamento constituiu um ato para subverter a ordem constitucional.
O Ministério Público havia solicitado a pena de morte, mas o tribunal optou pela perpétua citando a falta de antecedentes e a idade do réu (65 anos).
Além de Yoon, o ex-ministro da Defesa, Kim Yong-hyun, foi condenado a 30 anos de prisão por sua participação direta no episódio.
Yoon Suk Yeol, que já cumpre outra pena de 5 anos por obstrução da justiça, permaneceu em silêncio durante a leitura da sentença e deve recorrer.
A condenação é vista como um marco histórico para a democracia sul-coreana, reafirmando que nenhum líder está acima da lei.

