
O CEO da Meta, Mark Zuckerberg, negou que suas redes sociais sejam desenvolvidas para viciar jovens em telas.
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A declaração ocorreu durante um painel internacional sobre segurança digital nesta quinta-feira, 19.
Zuckerberg afirmou que o foco das plataformas é a “conexão humana” e não o tempo de uso desenfreado.
O executivo rebateu estudos que ligam o uso do Instagram e Facebook ao aumento da ansiedade em adolescentes.
Segundo ele, a empresa investe bilhões de dólares em ferramentas de controle parental e limites de tempo.
Parlamentares e especialistas presentes criticaram a fala. Eles citam algoritmos que favorecem o engajamento compulsivo.
Zuckerberg defendeu que a responsabilidade deve ser compartilhada entre empresas, pais e desenvolvedores de sistemas operacionais.
O depoimento faz parte de uma série de audiências globais que buscam endurecer as leis de regulação das Big Techs.

