
As fortes chuvas que atingem capitais como Fortaleza e São Paulo têm causado prejuízos que vão muito além dos engarrafamentos.
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Especialistas alertam que o contato com águas de alagamento pode comprometer seriamente a higiene interna e a durabilidade mecânica do carro.
Embora o verniz da pintura seja resistente, o risco real surge quando a água invade o habitáculo, atingindo carpetes e estofados.
Alex Teixeira, técnico da Vonixx, explica que resíduos de esgoto e lama facilitam a proliferação de fungos, bactérias e odores que são difíceis de remover.
A parte inferior do veículo, chassi, caixas de roda e protetor de cárter, também sofre com o acúmulo de lama e detritos corrosivos.
Essas sujeiras retêm humidade por longos períodos, o que acaba por acelerar o processo de oxidação e desgaste precoce dos componentes metálicos.
A recomendação principal é realizar uma lavagem técnica completa após o contacto com áreas inundadas para remover contaminantes acumulados.
Manter a higienização em dia não só preserva a saúde dos ocupantes, mas também evita a desvalorização do veículo no mercado de revenda.

