
O governo brasileiro assinou com a Coreia do Sul três Parcerias para o Desenvolvimento Produtivo (PDP) destinadas à produção nacional dos medicamentos bevacizumabe, eculizumabe e aflibercepte.
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O acordo também prevê prevendo a transferência de tecnologia e internalização da fabricação no Brasil.
Ao todo, o investimento do Ministério da Saúde está estimado em até R$ 1,104 bilhão no primeiro ano.
A medida amplia a capacidade produtiva nacional de produtos e insumos essenciais à saúde pública.
Também fortalece a soberania produtiva do país, reduz a vulnerabilidades do SUS [Sistema Único de Saúde] diante de oscilações do mercado internacional e diminui o risco de desabastecimento.
De acordo com o Ministério da Saúde, esse união entre Brasil-Coreia estimula o desenvolvimento tecnológico, a geração de empregos e renda no Brasil e amplia o acesso da população a terapias de alto custo”, disse o Ministério da Saúde.
A assinatura formaliza o início da produção nacional do aflibercepte, medicamento essencial para o tratamento da degeneração macular relacionada à idade.
O ministério contará com a Fundação Ezequiel Dias (Funed), como parceira pública, e com a Bionovis S.A. e a empresa sul-coreana Samsung Bioepis Co., Ltda. como parceiras privadas.
No caso do bevacizumabe, utilizado no tratamento de diversos tipos de câncer e em indicações oftalmológicas, a PDP reúne a Fundação Baiana de Pesquisa, Desenvolvimento, Fornecimento e Distribuição de Medicamentos (Bahiafarma), a Bionovis S.A. e a Samsung Bioepis Co., Ltda.
O eculizumabe, medicamento indicado para o tratamento da Hemoglobinúria Paroxística Noturna (HPN), doença rara que afeta o sistema sanguíneo, a produção será com a parceria da Bahiafarma, a Bionovis S.A. e a Samsung Bioepis Co., Ltda.

