
O Grupo Campo Ouro Verde intensificou a diversificação da sua rede de fornecedores para enfrentar os desafios logísticos e produtivos do período chuvoso no Ceará.
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A estratégia visa garantir que itens essenciais, como alface e cheiro-verde, cheguem às prateleiras mesmo com as dificuldades de colheita e transporte causadas pelo inverno.
Segundo o diretor Alderlan Sampaio, o diferencial da empresa é oferecer previsibilidade financeira, garantindo que o produtor tenha para quem vender antes mesmo de plantar.
Esse modelo de negócio retira o agricultor da dependência exclusiva das oscilações da Ceasa, reduzindo o desperdício no campo e assegurando liquidez imediata.
Durante as chuvas, o ciclo de crescimento das hortaliças costuma atrasar, o que exige uma seleção rigorosa de fornecedores que consigam manter o padrão de qualidade exigido.
Além do suporte financeiro, o grupo aposta na solidez das relações de confiança para manter o fluxo de abastecimento em momentos de baixa oferta no mercado.
A proximidade com quem produz permite que a empresa antecipe gargalos e ajuste a logística para minimizar o impacto do clima no preço final ao consumidor.
Com essa estrutura, a Campo Ouro Verde busca consolidar um ciclo sustentável que une crescimento empresarial e dignidade para as famílias que vivem da terra.

