
Uma pesquisa nacional do Datafolha revela que 64% dos brasileiros são favoráveis à redução da jornada máxima de trabalho no País.
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O levantamento indica ainda que a maioria considera ideal trabalhar até cinco dias por semana e no máximo oito horas por dia.
Os dados reforçam uma percepção crescente na sociedade: o modelo 6×1 está esgotado.
Atualmente, a média diária de trabalho já chega a 9 horas, e cerca de 15% dos trabalhadores atuam todos os dias da semana, sem pausa fixa.
O cenário aponta para um desequilíbrio entre produtividade e qualidade de vida.
Para especialistas, o resultado da pesquisa sinaliza uma mudança cultural em curso.
A população demonstra preferência por um modelo que combine eficiência com bem-estar, priorizando tempo com a família, saúde mental e recuperação física.
Defensores da escala 5×2 afirmam que a modernização das relações de trabalho passa por:
Mais foco e produtividade
Menos exaustão
Melhoria no desempenho
Redução de afastamentos por estresse
A discussão sobre a jornada ganhou força nos últimos anos diante de transformações tecnológicas, novos formatos de trabalho e maior debate sobre saúde ocupacional.
O sentimento captado pela pesquisa é direto:
o futuro do trabalho não é viver para trabalhar é trabalhar para viver.

